09 de junho de 2017 às 04:00

Sem telefones e lugares fixos: conheça nova sede "tecnológica" da Nokia

A sede da Nokia em São Paulo está de casa nova. Apesar da empresa não se dedicar mais à fabricação de celulares, a companhia finlandesa continua uma das gigantes no mercado de telecomunicações e tecnologia mundial.

Crédito:Fernando Moraes/UOL

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A sede da Nokia em São Paulo está de casa nova. Apesar da empresa não se dedicar mais à fabricação de celulares, a companhia finlandesa continua uma das gigantes no mercado de telecomunicações e tecnologia mundial.

E foi com o objetivo de construir um ambiente "ultra tecnológico" e moderno que a Nokia projetou seu novo escritório, localizado na zona oeste da cidade.

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"Quisemos juntar todo mundo no mesmo ambiente. Faz parte de uma nova cultura aqui onde não tem sala de diretor de empresa. Se o funcionário quiser falar comigo, é só chegar na minha mesa e falar. Trabalho do lado de todo mundo", explicou Cleri Inhauser, diretor geral da Nokia no Brasil.

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Segundo o executivo, o modelo adotado em todo o escritório é mais simples de ser montado, facilita o gerenciamento da rede, exige um menor consumo de energia e ocupa menos espaço físico do que as redes mais comuns feitas.

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A Nokia não revelou o quanto investiu na modernização de sua nova sede, mas destacou que o custo de manutenção do POL chega a ser 50% mais barata.

Outra vantagem, segundo os executivos, é que a prática do home office pode ser explorada ainda mais pela empresa.

"Temos mesas para 540 pessoas e quase 800 funcionários. Estimulamos a política de home office. Em São Paulo isso faz toda a diferença e o nosso grande desafio era a conectividade. Agora, tudo ficará mais fácil", disse Inhauser.

O conceito de mobilidade e integração entre as áreas também fazem parte das características principais do novo escritório. De acordo com Inhauser, eles quiseram construir um ambiente informal para os funcionários.

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"Queremos integrar mais as pessoas. É uma mudança na forma como a empresa trabalhava. Queremos quebrar a hierarquia", acrescentou Inhauser, que também é diretor de estratégia e operações de negócios para a América Latina.

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Outra coisa curiosa é que eles "aboliram" o número de impressoras visando reduzir o desperdício e acumulo de papeis. Existem poucas em todo o escritório e, para imprimir algum arquivo, o funcionário precisa passar o seu crachá para ter acesso ao documento. Praticamente não vi papeis espalhados pelas mesas dos funcionários durante a visita.

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Fonte: UOL

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