16 de abril de 2018 às 16:59

Time paraguaio acusa rival armado de forçar vitória por WO; dirigente nega

O Resistencia recebeu o General Caballero neste domingo, em jogo pela segunda divisão do Paraguai, e venceu por WO. O jogo, porém, foi marcado por incidentes fora de campo, envolvendo inclusive um suposto dirigente armado.

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Vestiário do General Caballero (foto) teria sido invadido por dirigente armado para forçar equipe a não entrar em campo

O Resistencia recebeu o General Caballero neste domingo, em jogo pela segunda divisão do Paraguai, e venceu por WO. O jogo, porém, foi marcado por incidentes fora de campo, envolvendo inclusive um suposto dirigente armado.

De acordo com o jornal ABC, os atletas do General Caballero não se apresentaram para a partida do fim de semana. No entanto, o técnico da equipe visitante, Juan Sosa, justificaria mais tarde a ausência. Segundo ele, o presidente do Resistencia, Roberto Garcete, invadiu o vestiário de seus comandados, acompanhado de seu filho, que estaria armado, para que os visitantes não jogassem.

Outros representantes da delegação do General Caballero relataram mais ameaças. "Alguém do vestiário mandante jogou uma bomba. O presidente do Resistencia não fez nada, não corrigiu ninguém. Ele viu com clareza o que fizeram", disse Juan José Bogado, presidente dos visitantes, segundo a publicação. O clube divulgou a confusão em suas redes sociais.

Atentado contra la integridad física de nuestros jugadores en vestuarios.
Estadio Tomas Beggan Correa. pic.twitter.com/

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Garcete, porém, negou as acusações. Em entrevista à rádio 730 AM, disse estar surpreso pelas declarações dos adversários.

"Minha família não é tão desviada para ter uma arma. Muito menos meu filho, muito menos em um campo de futebol", disse Garcete, devolvendo as acusações. "O árbitro estava para começar a partida, e eles (adversários) não se apresentaram. A equipe veio claramente para não jogar", completou o dirigente.

O presidente do Resistencia confirmou ter havido uma invasão no vestiário do adversário, mas negou que sua equipe fosse responsável. "Entrou gente ali que não tinha nada a ver com o General Caballero. Aí nós tivemos que intervir para fazer esse pessoal sair – mas não com bombas ou com alguma arma de fogo", assegurou.

A arbitragem, segundo o jornal, não relatou qualquer problema fora de campo. O General Caballero, porém, promete entrar com um protesto formal junto à Associação Paraguaia de Futebol (APF) a respeito do jogo do fim de semana.

O General Caballero é o atual sexto colocado da División Intermedia, a segunda divisão paraguaia, com oito pontos em cinco jogos. O Resistencia é o oitavo, com um ponto a menos. A competição conta com 16 clubes.

Fonte: UOL

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